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505A foto parece ser dos anos 50, quando a USP estava começando a se transferir para a cidade universitária, no Butantã. Olhando com atenção, dá pra ver dois carros, um deles com certeza dos anos 40, estacionados do lado esquerdo, debaixo das árvores.

Mas o interessante mesmo é o que alguém escreveu, em inglês, no verso:

“Ao longe (entre os dois postes telefônicos) você enxerga a cidade de São Paulo, vista da universidade. Você pode ver que a universidade fica realmente fora da cidade”.

Conheço bem o campus da USP, mas ainda não consegui reconhecer o local exato da foto. Talvez alguém possa me ajudar.

Comprei a foto pela internet, por 3 dólares, e ela veio de Middleboro, uma cidadezinha americana perto de Boston. Quem é o autor e como ela foi parar lá, vai ser bem mais difícil descobrir.

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Em janeiro de 1915, a revista inglesa “The Illustrated London News” publicou uma matéria sobre automóveis. A reportagem, que não tinha nada a ver com São Paulo, era sobre a concorrência entre fabricantes americanos e ingleses e também sobre as vantagens e desvantagens dos carros elétricos.

Curiosamente, embora São Paulo nem seja citada, a foto que ilustra a matéria é essa aí embaixo: um garboso carro inglês circulando por aqui.

Fiquei um tempão examinando a foto para ver se descobria que lugar da cidade é esse, mas não cheguei a nenhuma conclusão. Talvez alguém possa me ajudar.

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A avenida São João aparece inteira na foto. Larga, reta e apontando para o edifício Altino Arantes, ela tinha uma aparência quase monumental.

Hoje é impossível fotografá-la inteira desse jeito. Um grande trecho dela, do meio da foto para baixo, está escondido desde 1970 debaixo do minhocão.

A foto é de um cartão postal de 1962. Destaque para a linda praça arborizada que aparece no pé da foto, ao centro. Não sabe que praça é essa? A resposta está neste outro post.

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E já que o assunto é arquitetura efêmera, vale a pena lembrar também deste outro exemplar, projetado pelo arquiteto carioca Sérgio Bernardes. Ele foi construído para as comemorações do quarto centenário da cidade, em 1954, e demolido um tempo depois.

Quer dizer, nem tudo foi demolido. Uma parte está em pé até hoje, e é muito conhecida dos paulistanos. Não é difícil reconhecer.

(Foto reproduzida de vitruvius.com.br)

Um enorme anúncio, ocupando duas páginas do Estadão de 4 de janeiro de 1966, avisava sobre o nascimento do Jornal da Tarde naquele dia. “Um jornal para a cidade”, dizia o texto na parte esquerda.

O JT morreu hoje, 46 anos e 10 meses depois do anúncio. Mas quem não morreu foram os seis relógios mostrados na parte direita, que continuam firmes e fortes marcando as horas em diferentes pontos do centro.

Eu gosto deste anúncio porque hoje ele funciona como um teste de conhecimento. Se você conseguir reconhecer todos os relógios, pode dizer que conhece bem São Paulo.

A foto é de uma rua movimentada dos Jardins. A paisagem mudou muito, mas casas da direita ainda existem. Para quem é bom observador, vai ser fácil reconhecer.

(Foto do Arquivo do Estado)

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