O xadrez dos transportes

Porque não é a primeira vez que a cidade protesta contra o aumento do preço dos transportes, vão aqui três fotos de novembro de 1958. Na ocasião, a tarifa tinha subido de 2,50 para 3 cruzeiros.

As duas primeiras mostram manifestantes na esquina das ruas Maria Antônia e Itambé, em Higienópolis. “Nosso movimento é pacífico, evitemos quebra quebra”, diz o cartaz da primeira. Na segunda, uma partida de xadrez bloqueia os trilhos do bonde.

E na terceira, no centro da cidade, a polícia está resolvendo a coisa do seu jeitão tradicional.

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As fotos são do acervo do Estadão. Eu as reproduzi de eyesonbrazil.com.

2 comentários
  1. os protestos são recorrentes. Aconteceram, acontecem e vão acontecer. Aqui em Portugal protestamos. Protestámos. Já em 10 Fevereiro de 1646, no Sabugal, terra portuguesa, escrevia-se num Jornal local, responsabilidade dos lavradaores da terra, o Aguilhão, sob o título, “O povo do conselho em pá de guerra”. As pessoas não foram contra os impostos, mas contra o exagero destes e alguns tão esquisitos como o imposto sobre a licença de cão ou sobre o turismo, quando na terra havia uma estrada apenas e os cães eram usados para trabalho. As pessoas são contra aquilo que consideram injusto.

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